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Como funciona a LED TV?


Technology blog from Bangladesh

LCD, PLASMA, HDTV, HDMI, FULL HD. Mal começamos a nos acostumar com as tecnologias dos televisores finos, de alta definição e uma nova geração de aparelhos começa a despontar no mercado. Baseada em diodos emissores de luz, ou LED, a nova tecnologia promete menor consumo de energia, maior durabilidade, melhor qualidade de imagens e aparelhos superfinos. E, como qualquer nova tecnologia, preços muito maiores também. Enquanto uma TV LCD de 42 polegadas custa em torno de R$ 3 mil, uma LED TV de mesmo tamanho custa muito mais que o dobro.

Led TV
LG / Divulgação
LED TV da LG, lançada em julho de 2009

Embora LED seja o nome da vez, a tecnologia é bastante antiga. Ela foi criada nos anos 1920 pelo russo Oleg Vladimirovich Lozev como uma fonte de luz eletrônica. Losev, um técnico de rádio, notou que os diodos emitiam luz quando uma corrente elétrica passava por eles. Os LEDs apresentam muitas vantagens sobre as fontes de luz tradicionais, incluindo baixo consumo de energia, vida útil mais longa, robustez e rapidez no ligar e desligar. Hoje, os LEDs são encontrados em brinquedos, controles remotos, computadores, relógios digitais, forno microondas, elevadores, celulares... A lista é praticamente infinita. Agrupados, os LEDs podem formar imagens, como nas telas jumbo de TV encontradas em estádios ou em painéis publicitários. Enfileirados, eles dão um novo rumo às tevês de LCD.

Mas é importante observar que apesar do nome LED TV, os novos televisores não passam de tevês LCD que usam luz de LED para iluminar a tela de cristal de líquido. Portanto, o uso do nome LED é mais uma jogada de marketing do que uma TV realmente de LED. A tecnologia LED captura as cores naturais da vida real com a produção de pretos mais pretos, brancos mais vivos e forte contraste entre cores escuras e vívidas. Um display 100% de LED pode ser visto em estádios, na Times Square, em Nova York, e nas ruas de Tóquio. Eles são realmente grandes. E é justamente por essa razão que uma TV 100% LED não caberia em nossas casas. A menos, é claro, que tivéssemos uma sala de cinema. Comparado ao tamanho do pixel de uma TV LCD normal, o bulbo do LED é enorme. E para formar imagens realísticas, com todos os contrastes e gama de cores, seria preciso muitos bulbos e um gerenciamento de liga e desliga LEDs realmente eficaz.

Led TV
Reprodução/ Sony LearnTV
Painéis 100% de LED podem ser vistos em estádios esportivos, na Times Square de Nova York, e em Tóquio, no Japão. Em função do tamanho do bulbo do LED, uma TV 100% LED seria grande demais para caber na nossa sala

Jogada de marketing ou não, o fato é que o consumidor ávido por novidades tecnológicas já arregala os olhos para as LEDs TVs. E se ela nada tem de novo, então por que só agora os fabricantes de televisores resolveram colocá-la no mercado? E o que há de errado com as TVs de LCD atuais? Bem, as chamadas LED TVs são uma combinação de duas tecnologias: tela de LCD com iluminação por LED. As LCDs que conhecemos hoje usam tubos fluorescentes (Cold Cathode Fluorescent Lamp, ou CCFL) para iluminar a tela. Como resultado, elas têm um limite de espessura e problemas para criar pretos profundos. Isso acontece porque os tubos fluorescentes estão sempre ligados, e alguma luz vaza para a frente da tela mesmo quando parte da imagem deveria ser preta. Como consequência, a falta do preto profundo reduz a percepção do brilho da imagem da TV. O que as LED TVs fazem é iluminar a tela LCD com uma camada de LEDs, evitando o vazamento de luz.

TV LCD: Quais são as outras opções?


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Hoje existem muitas opções para o consumidor escolher na hora de comprar uma TV.

  • Opção 1 – São as tradicionais televisões de tubo CRT com tela convencional. Estes modelos estão cada vez baratos e difíceis de se encontrar no mercado, já que a tecnologia de TVs com tela plana tem conquistado cada vez mais mercado e dominado o espaço nas prateleiras das lojas. Mesmo assim, as TVs de CRT com tela convencional podem ser encontradas desde 14 polegadas até modelos grandes, acima de 29 polegadas, que não são tão baratas, mas que possuem uma boa relação de custo-benefício.
  • Opção 2 – As TVs de tela plana são as mais populares hoje em dia. Com elas não existe deformação da imagem e isso acaba gerando, além de conforto visual, uma sensação de que a tela é ligeiramente maior. Na verdade, o que acontece é um melhor aproveitamento do espaço e uma redução dos reflexos do ambiente. Sua tecnologia também é de tubo, CRT, mas a qualidade da imagem já é sensivelmente melhor. Uma subcategoria surgida dentro da Tvs de Tubo é a de tecnologia Slim, que faz com que o espaço entre o tubo formador de imagem e a tela seja consideravelmente menor.
  • Opção 3 – Aqui entram as TVs de Plasma. A primeira coisa a se saber sobre as TVs de Plasma é que elas geralmente começam no tamanho de 42 polegadas e podem variar, principalmente na qualidade de sua resolução gráfica. Ao contrário do que muitos dizem, as TVs de Plasma não “queimam” em poucos anos. A única coisa que acontece é que após chegar à metade de sua vida útil, que seria de dez anos de uso ininterrupto, a intensidade de seu brilho já perdeu um pouco de sua intensidade.
  • Opção 4 – As TVs de LCD, assim como as Tvs de Plasma, entram na categoria de aparelhos Slim (finos). A vantagem do LCD, em comparação com a TV de Plasma é apenas na questão de durabilidade, porque em matéria de brilho e contraste, as TVs de Plasma costumam ser superiores.

 

  • Opção 5 -  Agora podemos dispor das novas novas TV de LED, muito mais finas e leves que a TV de Plasma ou as TVs de LCD. A Mitsubishi é a primeira marca a comercializar a TV de LED no Brasil. Os aparelhos são inclusive montados aqui mesmo.

 

  • Opção 6 – Chegando ao mercado este ano, temos ainda a opção pela TV LASER, lançada pela Mitsubishi. Em breve, uma matéria especial sobre esta nova tecnologia.

 

  • Opção 7 – Apesar de serem poucos, ainda existe no mercado alguns modelos de retroprojeção. Em geral, estes televisores são reconhecidos por já terem um rack com as caixas de som acoplados, mas isso não é regra. Ao contrário dos televisores de tubo, que acabam causando um certo cansaço visual, as TVs de retroprojeção causam menor ardor da vista após um longo período.

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