As principais estrelas do momento foram submetidas aos testes na nossa bancada: o iPhone 4 da Apple, o Milestone 2 da Motorola e o Samsung Galaxy S. Um quarto modelo estava programado, o Nokia N8, mas a fabricante n?o cedeu um exemplar para nosso comparativo, e ele foi exclu?do dos testes. Ent?o, vamos aos competidores.Os tr?s modelos t?m caracter?sticas em comum. A que mais chama a aten??o ? o processador. Todos oferecem chips de 1 Gigahertz ? os mais r?pidos atualmente dispon?veis para Smartphones. Todos tamb?m fotografam em 5 Mega pixels, fazem v?deos em HD e possuem aceler?metro ? que faz a imagem na tela se ajustar ? posi??o do telefone ? GPS, 3G, Wi-Fi, e Bluetooth, com suporte para fones est?reo. Mas, as coincid?ncias terminam a?. As primeiras diferen?as est?o no modo como cada telefone armazena dados.O Motorola e o Samsung v?m com cart?o de mem?ria de 8 Giga. O iPhone 4 tem 2 op??es de armazenamento: 16 ou 32 GB. Apesar do telefone da Apple oferecer mais mem?ria inicial, os outros dois t?m a vantagem de serem mais flex?veis, porque voc? pode comprar cart?es adicionais.O iPhone passou por uma reformula??o completa. O iPhone 4 ? mais fino, por?m um pouco mais pesado. A antena embutida fica na lateral externa: ela contorna o aparelho pelas bordas. Da? veio a pol?mica das quedas de sinal, pois, em alguns casos, a m?o pode bloquear a antena. Nos Estados Unidos, Steve Jobs teve at? que distribuir capinhas para remediar a situa??o.O Motorola tamb?m aposta no visual clean. O acabamento ? mais emborrachado, com maior ader?ncia para as m?os. Um detalhe super importante ? o teclado. Ele ? o ?nico desses supersmartphones a oferecer teclado f?sico, al?m do virtual.No Samsung, adivinhe: tamb?m temos o tal do visual clean. Todos s?o bem parecidos. A vantagem do modelo da empresa coreana ? o tamanho da tela. ? a maior de todas, com 3 polegadas, contra 2 e meia dos concorrentes.Ali?s, por falar em tela, esse ? um assunto super importante na hora de escolher seu smartphone. Afinal, com um aparelho caro, voc? pode e deve exigir o melhor visual poss?vel. Come?amos pelo iPhone. A nova tela de alta resolu??o, chamada pela Apple de "retina display", salta aos olhos, e exibe ?cones e v?deos com excelente qualidade.Mas, nesse quesito, quem d? show ? o aparelho da Samsung. N?o ? uma tela simplesmente grande: o display usa uma tecnologia chamada super amoled. Essa tecnologia mostra imagens mais vivas, consome menos energia e reflete menos as luzes externas. At? embaixo de sol forte, voc? consegue enxergar a tela numa boa.A tela do Motorola ? a menos poderosa dos tr?s. N?o que ela seja ruim. Mas, quando comparada com a do iPhone e, especialmente com a do Samsung, ela fica um pouco atr?s.Todo smartphone ? controlado por um sistema operacional ? como um computador. O iPhone usa um sistema criado pela Apple, chamado iOS 4. O Samsung e o Motorola lan?am m?o do Android, um sistema desenvolvido pelo Google. O sistema da Apple ? muito bom. Nessa nova vers?o, permite multi-tarefas ? ou seja, voc? pode abrir mais de um programa ao mesmo tempo. Esse novo iPhone impressiona pela rapidez. Mas, o grande ponto forte do iPhone ? sua loja de aplicativos, a famosa App Store. S?o milhares de programas que fazem coisas espec?ficas. Muitos deles s?o gratuitos, e, como todos passam pelo crivo da Apple antes de serem oferecido ao p?blico, tudo funciona perfeitamente bem.Mas, nesse quesito, o Android n?o fica atr?s. O sistema do Google tamb?m ? super r?pido, e tamb?m conta com uma loja de aplicativos recheada de programas espec?ficos. Uma das boas diferen?as, nesse quesito tem a ver com o Flash. Os novos Androids j? s?o compat?veis com o Flash. Isso significa que voc? consegue assistir a v?deos e ver anima??es do mesmo jeito que no seu computador. J? no iPhone, a maior parte dos v?deos da Internet e boa parte dos sites que s?o criados em Flash simplesmente n?o aparecem.Como sempre, pre?o ? um fator decisivo em nossas escolhas. Mas, nesse caso, os 3 aparelhos est?o na mesma faixa: custam cerca de 1700 reais, desbloqueados. Claro que voc? vai encontrar pre?os bem menores nas operadoras, dependendo do seu plano de minutos.Somando pr?s e contras, a escolha do Olhar Digital como melhor super smartphone vai para o Samsung Galaxy S. Al?m de ser superior em quase todos os itens comparados, esse aparelho ainda oferece a possibilidade de assistir ao sinal dos canais de TV digital. D? at? para gravar programas nele. Mas a escolha foi pr?ticamente um empate. O Iphone 4 apresenta uma vantagem dif?cil de ser batida: a facilidade de uso. At? quem nunca mexeu em um smartphone aprende a usar os recursos do aparelho em pouco tempo.
Vídeo: Os 10 melhores games para iPhone ou iPad
Atendendo a pedidos, preparamos uma lista com alguns dos melhores games disponíveis na App Store. Escolhemos nossos dez favoritos e os separamos em duas categorias: casual e hardcore, para não misturar Angry Birds com Infinity Blade.
Não há limites: todos os games funcionam no iPhone, iPad ou iPod Touch, até mesmo nas gerações mais antigas, exceto pelo Infinity Blade. O único porém é que nenhum deles está disponível na App Store brasileira. Para baixar esses games, você precisará de uma conta na loja de outro país, como Argentina ou EUA (clique para saber como criá-la).
Para você, que só quer brincar no seu iPhone ou iPad e procura um game divertido que possa jogar sem muita complicação, veja o vídeo abaixo:
Agora, se você já é um veterano no mundo dos games e passa horas jogando no seu aparelho, veja abaixo nossas cinco sugestões:
E, é claro, aproveite para citar aqui seus games favoritos, sejam eles simples ou complexos. Com certeza, ainda há muita coisa boa na App Store!
iPhone 4, Nexus S ou Atrix: descubra qual deles � o melhor em nosso comparativo
Qual é o melhor smartphone do momento? O iPhone 4 sempre é apontado como um dos preferidos, mas é o mais antigo na disputa desse Laboratório Digital. Nem por isso, a tecnologia embarcada no produto da Apple deixa a desejar. O Atrix é o mais recente – e o único do teste que já traz um processador com dois núcleos. O Nexus S é a segunda investida do Google no mundo do hardware. A primeira, o Nexus One, não deu muito certo... Vamos a eles!
O teste começa pela parte mais visível: a tela. E aqui a escolha é difícil: os 3 modelos oferecem telas super sedutoras. O Nexus S e o Atrix oferecem telas maiores, com quatro polegadas. O iPhone 4 tem tela um pouco menor, com 3 polegadas e meia. Mas, o telefone da Apple é quem oferece a maior resolução, com 960 por 640 pixels. O Atrix vem logo depois, com 960 por 540 pixels, uma diferença pequena. Por último, o Nexus S, com 800 por 400 pixels. Ou seja, a tela do iPhone é a que oferece imagens mais nítidas, seguida bem de perto pela tela do Atrix. Então nesse quesito, a vitória ficou com o Atrix. Sua tela é maior que a do iPhone, e a resolução não é tão diferente assim...
Câmeras. Os 3 modelos oferecem exatamente a mesma configuração: 5 megapixels na traseira, com flash de LED, e VGA para a câmera dianteira.
No quesito armazenamento, quem fica na lanterna é o Nexus S. O aparelho oferece 16 giga. O iPhone oferece duas possibilidades, 16 ou 32 giga. O Atrix também vem com 16 giga, mas ele é o único que aceita cartões de memória. Com um cartão, ele pode chegar a até 48 giga de espaço.
No quesito conexões, o Atrix acaba na frente, já que ele oferece, também, mais conexões físicas. Além do mini-USB, o aparelho da Motorola também traz o HDMI. Ou seja, dá até para ligar na sua TV da sala.
Transformar o celular em um roteador sem fios é mérito do sistema operacional Android, que controla o Nexus S e o Atrix. Só que eles são ligeiramente diferentes. O Nexus S tem a versão mais recente, a 2.3. O Atrix, a 2.2. Não há grandes diferenças entre elas. Talvez a principal seja o teclado, que é maior e mais confortável no Nexus S. O que as duas têm em comum é que são mais rápidas que o iOS, o sistema operacional do iPhone. Mas, por outro lado, elas são um pouco mais complicadas: você se acostuma mais rapidamente com o iPhone e, em nossos testes, o telefone da Apple se deu melhor, por exemplo, no reconhecimento dos comandos de voz.
O coração de todo computador é o processador. E como esses aparelhos são quase computadores, o processador desempenha papel fundamental. Aqui, o Motorola leva vantagem folgada: é o único que oferece um processador com dois núcleos da mais recente geração. Além disso, ele oferece 1 giga de memória RAM, contra 512 mega dos outros dois. Isso, combinado ao Android, faz com que o Atrix seja, disparado, o mais rápido entre os 3. Em segundo lugar fica o Nexus S – que tem praticamente o mesmo hardware do iPhone, mas um sistema operacional mais leve.
Uso. Esse é um quesito um pouco subjetivo. Como dissemos, é mais fácil se acostumar com o iPhone: ele é mais intuitivo, mas o Android também não é nenhum bicho de sete cabeças. A Apple continua na frente no que diz respeito à variedade de aplicativos disponíveis na App Store. Mas, os Android têm a vantagem de rodar qualquer aplicativo: ou seja, não é preciso passar pelo crivo do Google para criar um programa que rode num celular Android. Mas, o iPhone tem um diferencial importante: sua tela continua a oferecer a maior precisão no toque. A diferença é pequena, é verdade, mas, passear pelas páginas da Internet é mais fácil no iPhone justamente porque esse toque é mais preciso.
Geralmente, o preço é um dos fatores de maior peso nas análises do Laboratório Digital. Mas, nessa edição, ele terá uma importância menor. Isso porque um dos modelos ainda não está disponível no Brasil. O Nexus S deve chegar em breve, mas ainda não está nas prateleiras do país. Imaginamos que ele não deve fugir muito da faixa dos outros dois que, desbloqueados, custam cerca de 2 mil reais.
Dito isso, chegamos à nossa conclusão. Pesando os quesitos técnicos, a escolha do Olhar Digital como melhor smartphone é o Atrix da Motorola. Com o processador mais moderno, mais memória RAM, mais conexões e com um sistema operacional super rápido, ele supera o Nexus S e o iPhone. Mas, vale o reconhecimento. O iPhone 4 já está no mercado há quase 1 ano, enquanto o Motorola acabou de chegar. Mesmo assim, o telefone da Apple não fez feio e ofereceu boa batalha. Já o Nexus S ficou para trás em dois quesitos importantes: a resolução da tela e a capacidade de armazenamento.
Além de ser o melhor smartphone, o Atrix ainda tem outras surpresas reservadas. O grande diferencial dele são os acessórios que o transformam numa central multimídia, ou então num laptop, usando o poder de processamento do próprio telefone. Na central multimídia existe uma saída HDMI para a conexão numa TV. Também podem ser conectados teclado e mouse Bluetooth, assim praticamente você monta um desktop. Um controle remoto ajuda a navegar entre as funções de vídeos, fotos e músicas. Mas se você preferir toda essa funcionalidade no formato de notebook, basta adquirir o lapdock por cerca de R$ 700. O conceito é basicamente o mesmo da outra docking station, porém nesse caso, a tela, touchpad e teclado estão integrados numa única peça e ainda existem portas USB, para conexão de periféricos externos.
Game Resident Evil Mercenaries VS. para iPhone é muito ruim
PRÓModo online tem potencial, apesar de ser mal implementado; iniciativa legal de levar o game para iPhone; sua curta duração pode acabar sendo algo bomCONTRAGráficos sem graça; controles ruins; pelo mesmo preço ou menos é possível comprar games melhores Fabricante: Capcom
Preço: US$2,99O que é? Resident Evil Mercenaries VS. é um game que começou como um divertido e pequeno modo de sobrevivência embutido em Resident Evil 4. Depois foi melhorado em sua versão HD (alta definição) com RE5. O modo te coloca como um dos vários personagens do game tentando sobreviver a um grande ataque de zumbis.
Você está operando com um limite de tempo. Por isso, sai vencedor quem conseguir mais pontos por atirar nos inimigos ao final desse período. Com uma versão do game chegando ao Nintendo 3DS ainda este ano, talvez não seja tão surpreendente esse popular minigame desembarcar na App Store.
O que é surpreendente é a mais do que famosa produtora Capcom ter colocado sua marca em jogo tão mal feito quanto esse. Com controles pobres, gráficos apagados, conteúdo hilariamente disperso e recursos online mal implementados, essa não é uma versão do game que você vai querer jogar.
Quem fez? A Capcom já está no mercado há um bom tempo. Geralmente eles fazem games bem legais como Phoenix Wright e Street Fighter IV. Se você conhece seus jogos, normalmente ama-os. Só esse que não.
O que funciona? Não muita coisa. Eventualmente o jogador acaba se adaptando mais ou menos ao esquisito esquema de controles, mas, mesmo assim, é difícil não ficar frustrado com a mecânica do título. Se pensarmos que o preço do game é cerca de um décimo do preço da futura versão para 3DS, e possui a mesma proporção da qualidade esperada para o jogo no portátil da Nintendo, então faz sentido. É algo razoavelmente real, nesse sentido.
O que não funciona? Veja títulos como Infinity Blade, Dead Space e Real Racing 2. É assim que são os gráficos do iPhone nos dias de hoje. Incríveis. Mercenaries não alcança esse nível de qualidade. Em vez disso, o jogo é como se tivessem escolhido um game desconhecido do PS1 e feito uma versão para iPhone. Felizmente, há apenas três fases no título.
Assim, só temos três áreas em que o game pode ser péssimo. Uma das únicas coisas que quase funciona – o modo multiplayer online – é na verdade prejudicada pelo sistema estranho e arcaico da Capcom, que exige que os jogadores memorizem números PIN.
Game da Capcom peca principalmente pelos gráficos e controles de má qualidadeQual o tempo de vida útil estimado? Com poucas fases e personagens, até mesmo os maiores fãs da série terão apenas algumas horas de “diversão”.
Vale o quanto custa? Existem literalmente centenas de outros games para iOS com preço igual (US$2,99) ou menor e que valem muito mais do que esse. Mercenaries é uma versão de um minigame que muitas pessoas gostam, mas nem elas deveriam perder seu tempo com esse jogo.
O que assusta não é o exército de zumbis, mas a qualidade do jogoSuperguide sobre iPhone ganha versão para iPad
Quer saber mais sobre o seu iPhone? Explorar melhor os recursos do aparelho? Pois já está disponível na banca virtual O Jornaleiro a versão para iPad do Macworld Superguide sobre o iPhone 4 (e versões anteriores), livro que traz 130 dicas de uso do equipamento e os 50 melhores aplicativos para o smartphone.
Com a publicação é possível saber como economizar bateria, converter vídeos para executar no aparelho, resolver panes no equipamento e muito mais. O Superguide, que está cotado a 4,99 dólares, conta com o conteúdo das redações da Macworld dos Estados Unidos e do Brasil.
Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.
A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o aplicativo já tinha sido baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.
Para ter acesso ao Superguide, basta baixar o aplicativo gratuito O Jornaleiro, escolher a publicação na prateleira, e solicitar a compra. O programa pede iOS 3.2 ou mais recente.
Superguide do iPhone: 130 dicas
Americanos preferem smartphone Android ao iPhone, diz pesquisa
Pela primeira vez no mercado americano, o Android superou o iPhone na preferência dos consumidores - mas foi por pouco. Segundo pesquisa do instituto Nielsen, entre janeiro e março deste ano, 31% dos entrevistados disseram que seu próximo smartphone terá o Android como SO, pouco à frente dos que citaram o iOS (30%). O BlackBerry, por outro lado, não está mais na briga, pois só 22% deverão escolhê-lo.
A ascensão da plataforma da Google é notória inclusive nesse estudo. Entre julho e setembro de 2010, seu índice ficara em 26%, ante 33% do produto da Apple. A queda do iPhone – de 9% – no entanto, deverá ser interrompida com o lançamento do iPhone 5, previsto para setembro.
Se o BlackBerry enfrenta dificuldade para retornar à velha forma, o Windows Phone 7 não consegue sequer decolar. O sistema da Microsoft, que começou a ser comercializado em novembro nos EUA, estava em melhor situação antes de ser lançado do que agora. Entre julho e setembro, 7% dos usuários tinham interesse em comprar um aparelho da plataforma – ou mesmo do Windows Mobile – número este que caiu para 6% na pesquisa conduzida entre janeiro e março.
Outros dados divulgados pela Nielsen chamam a atenção. Nem 1% dos entrevistados devem comprar um Symbian nos próximos meses – seu índice ficou em 0% – mas 1% lembraram do WebOS, sistema operacional que ainda não está no mercado – e não há previsão de quando estará. Há também muitos consumidores indecisos: dois a cada dez não sabem que plataforma escolher para a próxima compra.
A partir dos números divulgados, é possível concluir que a disputa do mercado de smartphones continua restrita a Android e iPhone, apesar do pesado investimento da Microsoft no setor. A esperança da gigante dos softwares recai em sua parceria com a Nokia. Esta, porém, por mais útil que possa ser em termos globais, dificilmente a favorecerá nos EUA, visto que a empresa finlandesa nunca foi muito popular no país.
Como seu iPhone sabe onde você está
A experiência dos usuários de iPhone com GPS é tão rápida e instantânea que a resposta publicada esta semana pela Apple sobre o rastreamento de localização no iOS, que causou queixas relacionadas à privacidade no iPhone, parece estranha: "Calcular a localização de um telefone usando apenas os dados do GPS pode levar alguns minutos. O iPhone pode reduzir esse tempo para apenas alguns segundos ao usar informações de pontos de acesso WI-Fi e de torres celulares para encontrar rapidamente satélites GPS."
Vários minutos? Mas o iPhone não leva apenas alguns segundos para descobrir onde eu estou?
Bem, sim... mas apenas quando ele usa alguns "truques" para evitar um processo lento, que era normal quando os receptores GPS surgiram no mercado. Simplificando as coisas, a Apple não está sendo inteiramente precisa sobre como tudo isso funciona e o que ela está fazendo. Por isso, vamos explicar onde as torres celulares e os pontos de Wi-Fi entram nessa história.
Os primeiros receptores de GPS levavam 12,5 minutos, para obter uma localização; buscas futuras na mesma região ainda podiam levar alguns minutos. E se você desligasse um receptor por algumas semanas ou viajasse com ele para algumas centenas de quilômetros, poderia ser necessário começar do zero.
O surgimento do chamado GPS assistido (AGPS) conseguiu diminuir essa espera. Em vez de depender de downloads em tempo real dos dados de posicionamento vindos dos satélites, as localizações futuras podem ser estimadas de forma precisa o bastante para descobrir as posições. Esses cálculos podem ser baixados em segundos ou até mesmo processados em um aparelho.
iPhone 4: fonte de dados de localização do usuárioO AGPS exige um receptor GPS para funcionar. O iPhone e os modelos 3G do iPad incluem AGPS, assim como praticamente todos os aparelhos rivais com chips GPS, especialmente smartphones Android (o AGPS permite o uso de circuitos GPS muito mais simples e baratos em telefones, reduzindo assim o custo e o gasto de bateria).
É aí que a declaração da Apple (publicada na quarta-feira, 27/4) deixa de ser totalmente precisa. A “maçã” usa AGPS para melhorias em localizações de GPS nativas, e as localizações de redes Wi-Fi e torres de celulares são fatores adicionais para fornecer uma conexão inicial rápida, além de melhorar a precisão do GPS.
As operadoras de celular possuem medições de GPS extremamente precisas das localizações de suas torres. Com uma base de dados de tais torres, é possível medir a força de sinal daquela extensão. Mas as torres celulares ficam muito longe umas das outras para fornecer precisão como GPS, e elas não funcionam bem em áreas menos populosas, onde é necessário menos cobertura, do que em um ambiente urbano.
BuscaWi-Fi
É por isso que a Apple, a Google e outras empresas se voltam para o posicionamento de pontos Wi-Fi. Originado pela Skyhook Wireless, esse processo no começo exigia carros especialmente equipados com antenas Wi-Fi e receptores GPS altamente sensíveis que rodavam pelas cidades para capturar sinais relativos a bilhões de pontos. Como acontece com as torres celulares, se você possui informações de rede e força de sinal suficiente, é possível aproximar uma localização.
É comum para um aparelho com rede como um smartphone tirar uma imagem (snapshot) de fontes próximas de Wi-Fi e sinal celular e passá-la para um servidor, que responde com um conjunto aproximado de coordenadas. Segundo o recente pronunciamento da Apple sobre o assunto, a empresa leva isso um passo à frente ao armazenar em cache subconjuntos de dados sobre redes e torres próximas para reduzir a atividade de rede e aumentar tais buscas. Isso também altera alguns resultados de computação para o telefone ou tablet. E isso significa que se não houver sinal celular ou conexão Wi-Fi disponíveis, tal informação de localização ainda pode ser útil.
A Apple liberou pela primeira vez o posicionamento de Wi-Fi e torres celulares com o iPhone original em uma atualização para o iOS no início de 2008. Esse foi o “conserto” da companhia para o fato de que seu primeiro smartphone não tinha um receptor GPS, que só chegou com o lançamento do iPhone 3G.
É possível ver cada um deles ou ambos em ação sempre que abrir o aplicativo Mapas. Normalmente, você vê um grande círculo azul aparecer quase instantaneamente, um resultado do que deve ser uma consulta da base de dados local. O círculo fica menor à medida que mais informações são utilizadas, ainda de fontes celulares e Wi-Fi.
Esses dados também são usados para fornecer mais pistas para decodificar as melhores informações de satélites GPS, permitindo o uso de fragmentos tão pequenos de informações ou até mesmo sinais “crus” para conseguir uma melhor localização. Finalmente, o círculo se transforma em um simples ponto quando o iOS está confiante de que tem um fecho sólido do GPS.
Fora dos carros e em direção às nuvens
A Apple deixou de usar a Skyhook Wireless como fornecedora de dados a partir do iOS 4.0 para iPhone e iPod Touch, e com o lançamento da versão 3.2 para iPad. Há uma razão para isso. Quando seu smartphone usa posicionamento Wi-Fi, ele envia uma imagem do sinal atual para a Apple, que disse em sua declaração que essa informação é utilizada de forma anônima.
Mas isso também é uma inteligência de mercado incrivelmente útil: sobre a periodicidade com a qual os usuários estão enviando dados e onde esses usuários estão agrupados. Isso pode ser usado para anúncios direcionados e outros propósitos, além daqueles em aplicativos que buscam por dados de localização. É claro que a declaração da Apple deixa claro que nem toda imagem de Wi-Fi é enviada para a empresa. Mas ao utilizar essa colaboração em massa (crowdsource), a “maçã” escapa da necessidade de enviar carros equipados por aí.
Encontre 4 recursos ocultos em aplicativos para iPhone
Desenvolvedores adoram inserir segredos. Esses itens ocultos, os chamados de “Easter eggs”, são, em sua maioria divertidos. Alguns trazem novas funcões. Separamos alguns dos truques embutidos em aplicativos populares, que podem ser baixados no seu iPhone ou iPod Touch.
Speedtest.net
Entre nossos Easter eggs favoritos, está aquele o do Speed Test para iOS. Ele contém um gatinho malvado, que promete caçar o usuários em seus pesadelos. Para encontrar esse bichano “do mal”, execute o teste normalmente e, ao final dele, coloque o dedo no velocímetro e arraste para baixo, o que revela o felino em questão. É possível fazer isso várias vezes para revelar outras mensagens espetaculares.
Fonte: eeggs.com
Bichano do mal: tentar arrumá-lo pode resultar em sangue derramado...Tilt do Google
No Safari, esta busca no Google irá deixar o browser fora dos eixos. Ao visitar Google.com no iPhone e fazer uma pesquisa por “tilt”, o resultado será uma tela de resultados torta.. Fique tranquilo: não há nada de errado com o dispositivo: trata-se de uma piada de primeiro de abril este ano, e que também pode ser feita no navegador do Android.
Ao buscar por TILT, a tela do iOS "quebra" como as antigas máquinas de fliperama
Kelley Blue Book
O aplicativo Kelly Blue Book para iPhone esconde uma cópia do caderno de preços de automóveis norte-americano do ano de 1926. Para acessá-la, basta simplesmente abrir o app do Kelly Blue Book e, na tela inicial, balancar o smartphone na página inicial por alguns instantes. Uma nova janela surgirá. com a versão do catálogo do início do século XX. Para retornar ao aplicativo normal, basta tocar no ícone de Home no canto direito superior.
Fonte: eeggs.com
Safari e YouTube
Um usuário do fórum MacRumors descobriu esse pequeno truque: abra o Safari no iPhone e limpe completamente a barra de endereço. Depois disso, digite “YouTube:// e toque em Go. O Safari deve fechar e o aplicativo do YouTube irá abrir no lugar dele. Nas versões mais antigas do iOS (pré-3.0), um vídeo de 48 minutos de standup comedy do Russell Peters aparecia.
Infelizmente, para todos que rodam a versão mais atual do sistema operacional móvel, a performance de Russell Peters não aparece, e o usuário somente é levado para a tela inicial do app do YouTube.
Fonte: largemammal
Consumidores processam Apple por rastrear usuários de iPhone e iPad
Dois consumidores que vivem nos Estados Unidos entraram na Justiça contra a Apple por conta da revelação, na semana passada, de que a empresa captura dados de localização de usuários do iPhone e do iPad.
Vikram Ajjampur, da Florida, e William Devito, de Nova York, entraram com seus processos na sexta (22/4), acusando a Apple de fraude e práticas de negócios enganosas, entre outras violações de leis estaduais e federais.
O processo foi iniciado dois dias após pesquisadores da área de segurança terem divulgado informações sobre o fato de iPhones e iPads capturarem diariamente dados dos usuários que mostram a localização dos proprietários, registrando seus passos. As informações são gravadas em um arquivo não criptografado e que pode ser obtido com certa facilidade, segundo os especialistas.
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As ações solicitam que a Justiça proíba a Apple de continuar rastreando os usuários e que desabilite o recurso em futuras versões do sistema operacional para dispositivos móveis, o iOS. Também solicita indenização por danos (valor não especificado).
Não adianta desabilitar...
Nos últimos dias, a Apple tem sido alvo de críticas de grupos que defendem a privacidade, por conta da coleta de dados automaticamente via iPhone. Para evitar esse rastreamento, bastaria desativar o serviço de localização. O problema é que isso não é o suficiente. É o que mostrou um teste feito pelo Wall Street Journal.
Segundo a publicação, o smartphone coleta e armazena dados de posicionamento mesmo quando o recurso de localização está desligado. Com a ajuda de um especialista em segurança, o jornal desabilitou os serviços de localização e verificou o que era capturado pelo aparelho, movendo o iPhone para outros pontos. Depois de algumas horas, o arquivo mostrava todos os pontos. Vale lembrar que os resultados nem sempre foram precisos, com algumas localizações apontadas com quilômetros de distância.
Na semana passada, o deputado republicano Edward Markey solicitou que o Congresso dos Estados Unidos investigue o serviço de localização do iPhone, afirmando que a captura de dados pode colocar crianças em risco, pois sequestradores poderiam “hackear” seus aparelhos e usar as informações.
Já o senador Al Franken pediu explicações não apenas à Apple, mas também à Google, que também está sendo acusada de coletar dados sem autorização. O político quer que as empresas informem o que capturam, por quanto tempo armazenam os dados e o que fazem com eles.Nova loja para iPhone com jailbreak proíbe pirataria
Se você já fez jailbreak no seu iPhone, provavelmente conhece – e adora – a Cydia (loja de aplicativos não autorizados pela Apple). Apesar de terem surgido algumas alternativas ao longo dos anos (como a Icy), a simplicidade e o bom acabamento da Cydia firmaram sua reputação como o instalador de apps para jailbreak.
O problema, para quem produz software, é que essa loja também facilita a instalação de programas pirateados. Isso fez com que o processo de jailbreak ganhasse um estigma de ilegalidade, aos olhos da Apple e de muitos desenvolvedores de aplicativos iOS, que obviamente não são pagos por esses programas pirateados.
Nem toda pessoa que faz jailbreak é uma “pirata de software”, obviamente: há muitos hacks e tweaks de interface que só estão disponíveis em um aparelho iOS "destravado". Por exemplo, se você acha que quatro ícones em sua dock multitarefa não são o bastante, fazer jailbreak pode resolver o seu problema.
Para evitar a questão do software pirata, conheça a Lima, loja que tem como base o navegador de Internet Safari e que é obra do Infini Dev Team. O grupo promete abrigar apenas programas legalizados. Um vídeo postado pelo grupo no YouTube mostra funcionalidade e facilidade de uso similares aos da Cydia. Mas ainda não foi divulgada a data de lançamento do serviço.
Para saber tudo sobre jailbreak, visite nosso Blog do Jailbreak, com as melhores dicas e as últimas notícias sobre o assunto.
Microsoft está de olho nos desenvolvedores de apps para iPhone
A Apple conseguiu para si uma posição de liderança na computação móvel com seu iPhone. Mas a Microsoft já se articula para tirar vantagem disso: na sexta-feira (29/4), a empresa lançou uma ferramenta API projetada para ajudar os desenvolvedores a migrar suas aplicações do iPhone para o sistema Windows Phone. Resta saber se eles estarão dispostos a isso.
A ferramenta de mapeamento de APIs do iPhone/iOS para o Windows Phone 7 permite que desenvolvedores de apps para iPhone – que usam a API do iOS – encontrem classes, métodos e eventos de notificação equivalentes no Windows Phone 7, afirmou Jean-Christophe Cimitiere, evangelista técnico sênior da Microsoft, em um blog.
“Lançada hoje, a ferramenta de mapeamento de API iPhone/iOS para Windows Phone 7 ajuda os desenvolvedores a descobrir seus próprios caminhos na descoberta da plataforma Windows Phone. Pense na ferramenta de mapeamento como um dicionário de tradução”, afirmou Cimitiere.
Os desenvolvedores podem buscar uma chamada para a API do iOS e encontrar eventos de notificação, métodos e classes equivalentes no Windows Phone 7, bem como exemplos de código em C# e documentação da API para as duas plataformas. “Os exemplos de código permitem que os desenvolvedores migrem rapidamente pequenos blobs de código iOS para código equivalente em C#. Toda a documentação da API do WP7 tem como origem as fontes Silverlight, C# e XNA do MSDN”, disse o evangelista.
Atualmente, os mapeamentos de API são fornecidos para redes e Internet, interface com o usuário e categorias de gerenciamento de dados. “Neste primeiro momento, nós estamos focados em identificar o mapeamento um para um, onde existir. Nas versões seguintes nós expandiremos o escopo e, sempre que os conceitos foram suficientemente similares, nós faremos o melhor para fornecer a orientação apropriada.”
A Microsoft também oferece o white paper “Windows Phone 7 Guide for iPhone Application Developers” e videos que abordam a migração de aplicações do iPhone para o Windows Phone. A ferramenta de mapeamento de API, o white paper e materiais relacionados podem ser encontrados no site Windows Phone 7 Interoperability, que foi lançado em dezembro. A Microsoft planeja oferecer guias semelhantes para a plataforma móvel Google Android, outra concorrente do Windows Phone 7.
“Se você é um desenvolvedor .Net, aprender o desenvolvimento no Windows Phone não será realmente uma mudança. De fato, será mais uma continuidade, em que você acrescentará novos recusos ao que você já sabe”, afirmou Cimitiere. “Se você é um desenvolvedor iPhone, novo no Windows Phone (e no .Net), sim, será diferente. Mas não se preocupe. A curva de aprendizagem não é tão íngreme quanto imagina.”
Futebol: iPhone ganha aplicativo para acompanhar a Libertadores
A Copa Libertadores da América, que acaba de entrar na fase de oitavas de final, conta com cinco equipes brasileiras (Fluminense, Santos, Internacional, Grêmio e Cruzeiro). Se seu time do coração está entre eles, o novo aplicativo Copa Libertadores para iPhone pode ser uma boa pedida.
Desenvolvido pela FingerTips, o app exibe um calendário por grupos com a data e horário de todas as rodadas, assim como quais serão os clubes que se enfrentarão em cada partida, mostra a classificação de acordo com os resultados, além de uma interface especial, na aba “ Fase Final”, que mostra a progressão em chaves.
Há também uma área para fazer o acompanhamento de um time específico, que fornece, além das datas dos jogos, informações sobre o clube, como o estádio e sua capacidade, a data de fundação e a posição em que se encontra no grupo.
O app traz um sistema de notificações para gols, resultados e do início e fim dos jogos, que pode ser configurado somente para o time do usuário ou para todo os jogos. Ele é gratuito, compatível com iPhone, iPod touch e iPad e requer iOS 4.0 ou superior.
Acompanhe a fase final da Libertadores direto do iPhone
Usuários reclamam de espessura maior do iPhone 4 branco
Após nove meses de atraso, o iPhone 4 branco finalmente começou a ser vendido hoje (28/4) nos EUA e em outros 27 países - sem o Brasil na lista. E os usuários que já colocaram as mãos nova versão no smartphone já fizeram observações a respeito da espessura do aparelho.
No fórum de discussão do site Mac Rumors há um tópico denominado “iPhone 4 branco é levemente mais grosso do que o iPhone 4 preto” (em tradução livre), onde um leitor afirma que, ao comparar os dois celulares, nota-se uma ligeira diferença de espessura entre os mesmos. “Fiquei surpreso ao ver que (ao colocar os dois modelos lado-a-lado), o iPhone 4 preto imediatamente pareceu mais fino” escreveu o internauta.
O usuário, identificado como Ryan Cash, afirmou que por mais que a diferença seja mínima -“em torno de 1mm” -, foi suficiente para que o case utilizado por ele no iPhone 4 preto não coubesse corretamente. No site da Apple americana, onde são mostradas as especificações do aparelho, não há nenhuma observação a respeito de diferenças de espessura ou tamanho entre os dois modelos do smartphone.
Em entrevista, Phil Schiller, vice-presidente sênior da Apple, afirmou que a razão pela qual o iPhone 4 branco atrasou foi a falta de proteção contra raios UV, pois, assim como a pele dos seres humanos, o smartphone na cor branca também precisa se proteger contra os raios ultra violeta. Outra menção, desta vez feita por Steve Wozniak, co-fundador da Apple, reforça a ideia de que o aparelho realmente tenha uma espessura diferente, pois, de acordo com ele, se a tinta branca da parte de trás de iPhone 4 não fosse grossa o suficiente, poderia afetar os sensores da câmera do aparelho.
Diferença entre iPhones poderia influenciar no uso de cases. Foto: Ryan Cash
iPhone: GPS usa voz de Homer Simpson para guiar usuário
Não se assuste se, ao ligar o aplicativo de navegação do smartphone, ouvir Homer Simpson. O personagem atrapalhado agora está disponível no aplicativo de navegação TomTom. Dublado por Dan Catellaneta, ele diz frases engraçadas ao motorista enquanto o guia pelas ruas, como o famoso “D’oh!”.
O app da empresa de GPS custa 60 dólares e a voz do personagem principal dos Simpsons está disponível como compra separada, a partir do próprio aplicativo. Outras personalidades fictícias já fizeram aparições e são oferecidas no serviço de navegação, como os personagens Darth Vader, C3PO, Yoda e Hans Solo do longa Star Wars.
“Homer Simpson é um dos personagens de desenho mais famosos do planeta. Acreditamos que ele trará muita diversão a milhões de fãs ao redor do mundo, com esse co-piloto tão conhecido”, afirma Alain Pakiry, vice-presidente de Marketing da TomTom. “As habilidades de Homer vão ajudar o motorista, ao mesmo tempo que mantém os fãs entretidos de uma maneira bem familiar. É divertido tê-lo a bordo”, continua.
Infelizmente, o recurso ainda não está disponível no Brasil. Por enquanto, a voz de Homer comanda os motoristas nos Estados Unidos, Irlanda, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Portugal, Luxemburgo, Finlândia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Suécia e África do Sul.
Será que Homer sabe o melhor caminho?
Aplicativo para dormir é um dos mais baixados para iPhone
Parece que os usuários brasileiros de iPhone estão com dificuldade para dormir. Tanto que o aplicativo Sono Mágico é, no momento, o segundo mais baixado no ranking dos programas gratuitos para iPhone e iPad na App Store do Brasil, à frente de títulos como Facebook e Skype.
O aplicativo é vendido como “um auxílio para dormir incrivelmente eficaz, com efeito imediato profundo". Ele traz nada mais do que uma trilha sonora em estilo new age, com um cenário que mostra um céu noturno com carneirinhos pulando.
Até dá para dormir com ele, mas nada que um CD de música relaxante não faria. Vale lembrar que ele é gratuito apenas por 10 minutos de uso. Quem tocar na opção unlock para ter mais tempo de uso, vai ter que desembolsar 3 dólares.
Sono mágico: software não vale 3 dólares...
Superguide sobre iPhone 4 ganha versão para iPad
Quer saber mais sobre o seu iPhone? Explorar melhor os recursos do aparelho? Pois já está disponível na banca virtual O Jornaleiro a versão para iPad do Macworld Superguide sobre o iPhone 4 (e versões anteriores), livro que traz 130 dicas de uso do equipamento e os 50 melhores aplicativos para o smartphone.
Com a publicação é possível saber como economizar bateria, converter vídeos para executar no aparelho, resolver panes no equipamento e muito mais. O Superguide, que está cotado a 4,99 dólares, conta com o conteúdo das redações da Macworld dos Estados Unidos e do Brasil.
Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.
A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o aplicativo já tinha sido baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.
Para ter acesso ao Superguide, basta baixar o aplicativo gratuito O Jornaleiro, escolher a publicação na prateleira, e solicitar a compra. O programa pede iOS 3.2 ou mais recente.
Superguide do iPhone: 130 dicas
iPhone 4 branco será lançado dia 28/4 - mas não no Brasil
A Apple anunciou hoje, 27/4, que o "aguardado" iPhone 4 branco estará disponível para compra a partir de amanhã em 28 países ou regiões do mundo todo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Cingapura e Luxemburgo, entre outros. Nos Estados Unidos, o “novo velho iPhone” custará 199 dólares (16 GB) e 299 dólares (32 GB), mediante contrato de dois anos com as operadoras locais – mesmos preços do modelo tradicional na cor preta.
Como é de costume, o Brasil ficou de fora da lista inicial da “maçã”. A Apple afirma que em breve o aparelho estará disponível em muitos outros países ao redor do mundo. Segundo a Apple Brasil, ainda não há previsão do iPhone 4 branco chegar ao mercado nacional.
iPhone 4 branco chega às lojas após quase um ano de atrasoConfira a seguir a lista completa dos 28 países ou regiões que recebem o smartphone a partir de amanhã, 28/4: Alemanha, Áustria, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Macau, Nova Zelândia, Noruega, Reino Unido, República Tcheca, Cingapura, Suécia, Suíça, Taiwan e Tailândia.
Vale lembrar que o iPhone 4 branco foi apresentado juntamente com o modelo preto na conferência WWDC 2010. No entanto, pouco tempo depois a Apple reconheceu problemas “desafiadores” de produção, o que fez com que o aparelho demorasse quase um ano para chegar às lojas.
Analistas de mercado acreditam que com o lançamento do modelo branco agora, a chegada do iPhone 5 deve ser empurrada para o mês de setembro – nos últimos quatros anos a empresa têm apresentado seus novos smartphones no mês de junho.
Apple diz que localização de iPhone sem autorização é “um bug”
A Apple resolveu finalmente se explicar sobre os problemas relacionados à privacidade no iPhone e no iPad, divulgados nos últimos dias, e que culminaram com processos movidos por consumidores contra a empresa. Em um documento intitulado “Perguntas e respostas sobre dados de localização”, a empresa afirma que “não rastreia os dados dos usuários de iPhone e que não tem planos de fazer isso”.
Apesar disso, a companhia admitiu que há problemas com o chamado Location Services, que continua armazenando dados de usuários de iPhones mesmo quando o serviço está desabilitado, conforme teste feito pelo Wall Street Journal. “Ele não deveria fazer isso. É um bug (falha), que planejamos corrigir em breve (nas próximas semanas)”, afirmou a companhia.
Entenda o caso
Na semanas passada, os pesquisadores da área de segurança Pete Warden e Alasdair Allan, durante a conferência Where 2.0, realizada em São Francisco, nos Estados Unidos, afirmaram que o smartphone da Apple registrava informações sobre sua localização com frequência e depois compartilhava esses dados com o computador, toda vez que usuário sincronizava o celular.
Com o uso de um programa, segundo os especialistas, é possível capturar esses dados, o que significa que qualquer um que tenha acesso ao aparelho pode saber com certa facilidade por onde o dono do celular tem andado. “A Apple tornou possível que uma esposa ciumenta ou um detetive particular, por exemplo, possa saber com detalhes os locais visitados”, afirma Warden.
E o caso não parou por aqui. Segundo Wall Street Journal, o smartphone coleta e armazena dados de posicionamento mesmo quando o recurso de localização está desligado. Com a ajuda de um especialista em segurança, o jornal desabilitou os serviços de localização e verificou o que era capturado pelo aparelho, movendo o iPhone para outros pontos. Depois de algumas horas, o arquivo mostrava todos os pontos.
Na semana passada, o deputado republicano Edward Markey solicitou que o Congresso dos Estados Unidos investigue o serviço de localização do iPhone, afirmando que a captura de dados pode colocar crianças em risco, pois sequestradores poderiam “hackear” seus aparelhos e usar as informações.
Já o senador Al Franken pediu explicações não apenas à Apple, mas também à Google, que também está sendo acusada de coletar dados sem autorização. O político quer que as empresas informem o que capturam, por quanto tempo armazenam os dados e o que fazem com eles.
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Apple libera atualização que evita captura de dados do iPhone
Em resposta às críticas geradas por conta do serviço de localização do iPhone, que armazenava dados de usuários do smartphone da Apple mesmo com o recurso desabilitado, a empresa acaba de liberar o iOS 4.3.3. O update para o sistema operacional, segundo a companhia, apaga totalmente os dados armazenados quando o Location Services está desligado.
No mês de abril, pesquisadores da área de segurança Pete Warden e Alasdair Allan, revelaram que o smartphone da Apple registrava informações sobre localização com frequência e depois compartilhava esses dados com o computador, toda vez que usuário sincronizava o celular.
Com o uso de um programa, segundo os especialistas, é possível capturar esses dados, o que significa que qualquer um que tenha acesso ao aparelho pode saber com certa facilidade por onde o dono do celular tem andado. E isso não é tudo: o smartphone coletava e armazenava dados de posicionamento mesmo com o recurso de localização desligado.
O caso gerou uma investigação do Congresso dos Estados Unidos e até processos de usuários contra a Apple, por conta de acusações de violação de privacidade. A Apple admitiu o problema (chamado de bug) e prometeu uma correção, lançada hoje (4/5).
Aatualização do software pode ser feita conectando seu equipamento ao iTunes do computador, e é compatível com o iPhone 4 e 3GS, iPod Touch de terceira e quartas gerações e iPad (1 e 2).
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iOS 4.3.3: resposta da Apple às criticas
iPhone 4 branco atrasou por problemas como "falta de proteção solar", diz Apple
Pode parecer estranho. Mas o lançamento do iPhone 4 branco foi adiado em nove meses devido a problemas como a falta de proteção UV, de acordo com a Apple. Phil Schiller, vice-presidente sênior da empresa, disse ao site All Things Digital que, assim como os seres humanos, especialmente aqueles com pele clara, iPhones brancos também precisam de proteção contra raios ultravioleta.
“Foi um desafio. Não é tão simples quanto fazer qualquer coisa branca. Há muito mais a fazer a respeito não só da ciência do material e sua durabilidade com o passar do tempo, mas também de como ele interfere no funcionamento dos sensores”, explicou Schiller.
A menção a respeito dos sensores sugere que a câmera também estaria com problemas. Steve Wozniak, co-fundador da Apple especulou em janeiro que a câmera pode ter sido o maior dos problemas. Ele explicou que, se a tinta branca no vidro traseiro do iPhone 4 não fosse grossa o suficiente, isso poderia fazer com que entrasse muita luz no sensor da câmera ao fotografar com flash.
Bronzeado: assim como a pela humana, iPhones brancos também precisam de proteção contra o sol, diz vice-presidente
O iPhone 4 branco começou a ser vendido hoje (28/4) nos EUA e em outros 27 países (o Brasil não está entre eles), nove meses após o lançamento oficial do dispositivo. Em entrevista, Steve Jobs também falou sobre a polêmica envolvendo o armazenamento de informações de localização dos usuários, que veio à tona na semana passada.
Jobs comentou a respeito da forma que muitos serviços baseados em localização também haviam sido mal divulgados aos usuários. “Não fizemos – enquanto empresa – um bom trabalho ao educar as pessoas, penso, assim como a respeito de coisas mais sutis que acontecem aqui. Como tal, muitas pessoas tiraram muitas conclusões erradas na semana passada” disse o CEO da Apple.
